publicado em 14/02/2017 às 10h36
E as correções da 2ª fase? Será que a FGV acertou a mão?

Será que a FGV acertou a mão nas correções das provas? Essa é uma dúvida para lá de pertinente, pois as correções são decisivas para a aprovação.

E a pergunta é pertinente, pois em todo Exame muitos candidatos reclamam da qualidade das correções. Aliás, as correções sempre foram um grande ponto fraco no Exame de Ordem.

A gota d'água ocorreu no XIX Exame, quando o caos se instalou após correções muitíssimo abaixo da crítica. O número de recorrentes foi bem acima da média e as reclamações foram sem precedentes.

Isso foi forte o suficiente para a banca impor um novo padrão no processo de análise das provas, e a qualidade geral das correções subiu de forma sensível no XX Exame, ou seja, na última prova.

E agora? O que esperar?

Como vocês bem sabem, a prova da 1ª fase foi de amargar e, depois de muito tempo, a OAB resolveu "modular", por assim dizer, o grau de dificuldade das provas subjetivas, como uma forma de compensar a pancada desferida na 1ª fase.

Não só as provas em si foram boas, bem feitas, como também os padrões de resposta vieram facilitados, cobrando menos teses do que o constante nas provas.

Existe então a possibilidade de não só termos uma boa correção em função da melhora geral do sistema da FGV, como também uma certa "indulgência" por parte dos corretores.

De toda forma, para o bem ou para o mal, é bem provável termos mesmo um bom percentual de aprovação hoje. Ou seja, algo em torno dos 50% dos candidatos aprovados.

Em termos estatísticos, 50% é algo bom, considerando o Exame de Ordem e seu histórico. E isso só ocorreu, se não me engano, umas 2 ou 3 vezes na era FGV.

Enfim: hoje vamos descobrir se a qualidade aumentou mesmo.



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